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LOS COMUNISTAS (PCB) AL PUEBLO BOLIVIANO EN RELACIÓN AL “AGUINALDO DOBLE - ESFUERZO POR BOLIVIA”


LOS COMUNISTAS (PCB) AL PUEBLO BOLIVIANO EN RELACIÓN AL

“AGUINALDO DOBLE - ESFUERZO POR BOLIVIA”





A partir de la aprobación de lo que se ha venido en llamar “aguinaldo doble” se desarrolla un falso debate sobre sus orígenes y alcances. Al respecto los comunistas opinamos lo siguiente:

Este pago a los trabajadores que se realizará en diciembre constituye un INCENTIVO AL INCREMENTO DE LA PRODUCCIÓN gestada por parte de todas las fuerzas productivas del país desde periodos anteriores. Nuestros criterios han sido claros en cuanto a la necesidad de multiplicar el aparato productivo y de servicios, de acuerdo a las positivas variables económicas, que la ceguera derechista e infantil no le gusta apreciar y prefiere distorsionar.

Se trata de una victoria del Trabajo frente al Capital, así como es un estímulo a continuar el empeño laboral para producir más y mejor, a fin de apuntalar un crecimiento sostenido de la economía y romper las cadenas de opresión imperialista. Los trabajadores del país, reunidos en reciente Ampliado de la COB, lo han comprendido claramente y han recibido con beneplácito la medida, por ello su adhesión al Proceso de Cambio.

Esta acertada decisión se traduce en una política de redistribución del excedente, de acortar la brecha de quienes tienen la mayor parte de la torta de ingresos y los que reciben las migajas, hecho que contrasta radicalmente con el modelo neoliberal capitalista en el que toda a plusvalía iba a parar a pocas manos empresariales y a cuentas en el exterior. Hoy,parte de la misma se queda en el país y en poder del pueblo y se devuelve a los trabajadores.

La profundización del Proceso de Cambio consiste en estas medidas y otras alternativas de redistribución, que deben generar la distribución más equitativa de la riqueza, eliminando los rangos de pobreza extrema y moderada como función de la base material productiva, de modo simultánea la extensión de medidas sociales y políticas donde los trabajadores urbanos y los campesinos sean parte activa y protagónica de este proceso para darle un rumbo verazmente socialista.

Los iconos neoliberales y analistas de nuevo cuño del empresariado, han salido a la palestra con su consabido argumento desestabilizador y chantajista, atribuyendo malsanos propósitos políticos, o refiriendo efectos “inflacionarios, cierre de empresas, electoralismo, etc.”, al que sectores de la derecha (MNR, MSM, Verdes, ADN, MIR y nuevas versiones) se suman so pretexto de que el doble aguinaldo beneficie a todos, desnaturalizando el carácter productivo de la medida, menoscabando lo ya recibido por el sector pasivo.

Los comunistas claramente advertimos al pueblo boliviano que no se deje intimidar por esta campaña antipopular, proempresarial, proderechista e imperialista, y por el contrario invocamos a los trabajadores y al pueblo que esta honra que se hace de la deuda social, sea invertida y destinada racionalmente, que mantenga vigilancia ante actividades perniciosas y especulativas de aprovechadores manipulados por la derecha y los “perdidos” ultraradicales.

La Paz, noviembre de 2013

POR EL RESCATE DE LA PATRIA,RUMBO AL SOCIALISMO
¡VIVA EL PROCESO DE CAMBIO!
¡VIVAN LOS TRABAJADORES DE BOLIVIA!
Comisión Política del Partido Comunista de Bolivia

Sobre o 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários

Comunicado do Gabinete de Imprensa do PCP, Lisboa
11 de Novembro de 2013



Realizou-se em Lisboa, nos dias 8, 9 e 10 de Novembro o 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários com o tema “O aprofundamento da crise do capitalismo, o papel da classe operária e as tarefas dos comunistas na luta pelos direitos dos trabalhadores e dos povos. A ofensiva do imperialismo, a rearrumação de forças no plano internacional, a questão nacional, a emancipação de classe e a luta pelo socialismo”.

O Encontro, em que participaram 77 partidos oriundos de 61 Países e que recebeu saudações de outros 14 Partidos que por motivos diversos não puderam participar, analisou os principais aspectos do desenvolvimento da situação internacional no quadro do aprofundamento da crise do capitalismo e de um complexo processo de rearrumação de forças no plano internacional, tendo alertado para os grandes perigos decorrentes da ofensiva do imperialismo.

Simultaneamente, os participantes saudaram e valorizaram a resistência e luta dos trabalhadores e dos povos, reafirmando as reais potencialidades que a presente situação comporta para o desenvolvimento da luta libertadora por profundas mudanças de sentido anti-monopolista e anti-imperialista, pelo Socialismo.

O Encontro constatou o aprofundamento da crise que explodiu em 2008 com a falência do Lehman Brothers. Uma crise que está longe do seu fim desmentindo os discursos da classe dominante em torno de uma alegada “retoma” e que confirma as análises dos comunistas sobre a sua natureza e evolução que, entre outros aspectos, a caracterizam como uma crise de sobre-produção e sobre-acumulação de capital. Uma crise que expressa a agudização das contradições do capitalismo - em particular a sua contradição fundamental entre o carácter social da produção e a sua apropriação privada – evidenciando os limites históricos do sistema e realçando a necessidade e actualidade da luta pela alternativa de fundo ao capitalismo – o Socialismo.

Foi denunciado o objectivo do grande capital, das principais potências capitalistas e das suas estruturas internacionais e supranacionais de concertação imperialista – como a União Europeia -, de impor aos trabalhadores e aos povos uma regressão social de dimensão civilizacional agredindo direitos económicos, laborais e sociais, atacando violentamente as condições de vida das massas trabalhadoras e populares e declarando guerra à independência e soberania dos Estados.

Foi referenciada em particular a dura realidade resultante do impacto da crise e da ofensiva capitalista nos países em desenvolvimento onde os seus povos vêm ainda mais limitado o seu direito ao desenvolvimento económico e social. Neste quadro foi chamada a atenção para as consequências na agricultura e na alimentação, pondo ainda mais em causa a soberania alimentar de inúmeros países e condenando massas imensas da população mundial à fome ou a sub-nutrição.

Foram realçados os perigos que emergem da política militarista das principais potências imperialistas e da NATO. Foi sublinhado que as guerras de agressão, os processos de ingerência e de instigação de conflitos internos, o reforço das medidas repressivas, autoritárias, de controlo e espionagem fazem parte da resposta de força do grande capital à crise do capitalismo, tendo como um dos seu objectivos centrais manter o domínio sobre recursos naturais e fontes energéticas e conter a revolta, a luta dos povos e as inevitáveis explosões sociais e revolucionárias que a presente situação comporta.

Os participantes expressam a sua solidariedade para com as lutas em curso em todos os continentes contra o imperialismo, pelo progresso social, a independência e soberania nacional, a paz, pelo direito ao desenvolvimento económico e social, pela construção de alternativas de soberania e progresso ao domínio hegemónico do imperialismo, da verdadeira alternativa de fundo à barbárie capitalista, o socialismo. Foi reafirmado o papel central da luta da classe operária e da sua aliança com outras classes e camadas anti-monopolitas em defesa dos seus direitos, nomeadamente pelo direito ao emprego, pelos direitos laborais, sociais, em defesa das funções sociais dos Estados.

Os participantes valorizaram e expressaram a sua profunda solidariedade a todos os povos que resistem às políticas de ingerência e agressão do imperialismo – em especial aos povos do Médio Oriente, saudando as lutas em curso nesta região contra todas as formas de agressão e opressão, pela soberania, a democracia, justiça social e unidade nacional, como no Egipto e Tunísia. Foi reafirmada a solidariedade para com o povo palestiniano e à luta pelos seus direitos nacionais, bem como com outros povos na região vítimas de agressões e ingerências, como o povo sírio.
Num quadro ainda de resistência e acumulação de forças, mas em que crescem potencialidades para o desenvolvimento da luta revolucionária e se manifestam em várias regiões do mundo importantes factores de contenção ao domínio hegemónico do imperialismo, os participantes saudaram e valorizaram as lutas dos povos, dos comunistas e de outras forças progressistas na América Latina, considerando que os processos de luta, progressistas e de afirmação soberana , bem como a cooperação solidária que se desenvolve nesta região, constituem um importante factor e estímulo para o desenvolvimento e fortalecimento da luta-anti-imperialista. Os participantes reafirmaram a sua solidariedade para com Cuba e a sua revolução socialista, bem como para com o povo Venezuelano e a sua revolução bolivariana, entre outros.

Foi salientada a importância da luta em defesa das liberdades democráticas, contra o avanço da extrema-direita, contra a xenofobia e o racismo, contra o fanatismo religioso e o obscurantismo, contra o anti-comunismo. Foi reafirmada a solidariedade para com os partidos comunistas e todas as forças revolucionárias que são alvo de perseguição política e das campanhas anti-comunistas – nomeadamente no continente Europeu - levadas a cabo por vários governos bem como por instituições como a União Europeia.

As experiências concretas de luta em diferentes países e regiões estiveram presentes na generalidade das intervenções, confirmando que os trabalhadores e os povos não se resignam e que, mesmo nas actuais e difíceis condições, são possíveis avanços libertadores e conquistas de sentido anti-monopolista e anti-capitalista.

Foi afirmado que o socialismo emerge cada vez mais como a real alternativa de fundo ao capitalismo e à sua crise. Retirando lições dos atrasos, erros e deformações que contrariaram princípios básicos do socialismo mas valorizando o que de muito positivo as experiências de construção do socialismo significaram e significam para a Humanidade, valorizando as realizações do novo sistema social, reconhecendo que não há modelos de revolução, os participantes sublinharam o papel determinante das massas na construção das sociedades socialistas.

Foi sublinhado que a presente situação internacional torna particularmente necessário o reforço da cooperação de todas as forças progressistas e anti-imperialistas e em primeiro lugar dos partidos comunistas e operários de todo o mundo, uma das mais sólidas garantias para o fortalecimento da luta dos povos e a construção da alternativa do socialismo. Neste sentido foi valorizada a rica experiência e avanços alcançados com realização dos Encontros Internacionais de Partidos Comunistas e Operários, como espaço de troca de informações, experiências e opiniões, de possível aproximação de posições e de decisão de iniciativas comuns ou convergente, tendo sido reafirmada a importância de assegurar a sua continuidade.

O Encontro aprovou 13 linhas e iniciativas de acção comum ou convergente dos Partidos Comunistas e Operários (que se enumeram abaixo) a concretizar até ao 16º EIPCO tendo mandatado o Grupo de Trabalho dos Encontros de Partidos Comunistas e Operários (GT) para estimular e acompanhar a sua implementação e concretização.

O Encontro Internacional congratulou-se com a existência de três propostas de local para a realização do 16º EIPCO. A sua data, local e lema serão decididos numa reunião do Grupo de Trabalho a realizar oportunamente.

Linhas de orientação para a acção comum ou convergente

Intervenciones en el 15° Encuentro Internacional de Partidos Comunistas y Obreros

Publicamos algunas de las intervenciones de camaradas en el 15° Encuentro Internacional de Partidos Comunistas y Obreros que tuvo lugar en Lisboa - Portugal los días 8, 9 y 10 de noviembre del 2013









Para MAYOR INFORMACIÓN sobre el Encuentro, videos y otras intervenciones visita el sitio del PCP

El oro de Alemania y de la Federal Reserve se encuentra en China

William Kaye, gestor de fondos en Hong Kong, es uno de los que confirman que la Federal Reserve y la Bundesbank no tienen más ningún depósito de oro. Kaye, que es también un ex de la Goldman Sachs, habla de las cantidades reales de las reservas de oro que tiene el Banco Popular de China.
William Kaye

La hegemonía mundial está cambiando –explica Kaye-. Esta región del mundo, Asia del Pacífico y en particular China, se está posicionando para volverse la potencia mundial dominante en los próximos 5-10 años.

Mis fuentes me dicen que, contrariamente a las cifras oficiales disponibles, China posee entre 4.000 y 8.000 toneladas de oro físico. No solo los chinos son los mayores productores de oro, sino que son también los mayores importadores de oro del mundo.

Es una iniciativa estratégica. China acumula masivamente y rápidamente el oro extirpado al Occidente. Una dinámica muy geopolítica y el Extremo Oriente de todo esto resulta ganador.

En el nuevo Orden mundial que emanará cuando esta “incursión” habrá terminado, la posición de China, Rusia y Brasil habrá mejorado notablemente. Por el contrario, la posición de los Estados Unidos, de Europa y del Reino Unido se habrá reducido notablemente.

Pienso que China no haya terminado de acumular oro. De las arcas occidentales ha salido mucho, lo han admitido los grandes bancos centrales, la Federal Reserve, el Banco Central Europeo y el Banco de Inglaterra.

En la práctica funciona así: la FED (Sistema de Reserva Federal de los Estados Unidos, NdT.) contacta su “agente”, a veces se trata de la JP Morgan, a veces de la Goldman Sachs, y le dice: “Debemos impedir que el precio del oro suba. Ahí tienen entonces 20, 30, 40 o 50 toneladas de oro que deben arrendar en el mercado. En teoría nosotros podríamos reclamarlo”.

Es una linda teoría pero en realidad no tiene sentido, porque cuando la JP Morgan o la Goldman Sachs obtienen este oro, lo venden instantáneamente.

La Federal Reserve dice: “Tenemos todavía contactos donde, en teoría, tenemos la libertad de reclamar el oro. Continuaremos entonces a reportar en los documentos oficiales somos nosotros los propietarios”.
En realidad el oro ya no es de la FED, porque ha sido vendido y termina su recorrido en lugares como Pekín, y antes de llegar a Pekín pasa por Hong Kong.

En Hong Kong transita también el oro que Alemania piensa que posee. Alemania no verá jamás este oro porque se encuentra en las cuentas de los inversores en las arcas del aeropuerto internacional de Hong Kong.
El oro de la Federal Reserve se encuentra en China. El oro que Alemania había depositado en las arcas de la FED se encuentra sea en China que en Hong Kong.


El oro de los norteamericanos y de los alemanes se ha vuelto de propiedad del Banco Popular de China, del Banco de Reserva de India y del Banco Central de Rusia. Es ésta la situación. En las arcas de la Federal Reserve no hay más nada.

La enfermedad infantil del "izquierdismo" en el comunismo

Una de las luchas más intensas realizadas por los bolcheviques en el desarrollo de las contradicciones de la sociedad rusa, además de la lucha contra el imperialismo internacional y el zarismo, fue realizada al interior del Partido. En la etapa en la cual el proletariado ruso adquirió una cantidad sin precedentes de experiencia revolucionaria (1903 - 1917), los bolcheviques en calidad de vanguardia del proletariado, con la guía del camarada Lenin, fueron capaces de derrotar a los ideólogos pequeñoburgueses que radicaban dentro del Partido, cultivando así una disciplina férrea en las masas proletarias y retrasadas de Rusia y un enlace directo, una cadena de transmisión, entre la dirección política del Partido, es decir la vanguardia del proletariado, y las masas en sí, las bases. Estas cualidades fueron condiciones imprescindibles al momento de la revolución, sin las cuales probablemente, la revolución hubiera fracasado.

Homenajeando a los heróicos camaradas, proletarios y campesinos rusos que supieron levantarse contra la opresión imperialista, publicamos el texto escrito en el 1920 por el camarada Lenin, La enfermedad infantil del "izquierdismo" en el comunismo, que analiza precisamente la incondicional batalla interna de los bolcheviques, fundamental para la gran Revolución de Octubre.

Juventud Comunista de Bolivia
7 de Septiembre del 2013
96 Aniversario de la Revolución de Octubre




¡Viva el 7 de Noviembre!

Albano Nunes
Miembro del CC del PCP
Avante
Traducido por Juventud Comunista de Bolivia


Celebrar las heroicas jornadas del 7 de noviembre de 1917 significa mucho más que el ejercicio de la memoria y el justo homenaje al proletariado ruso y a la vanguardia bolchevique que lo guió en la conquista del poder. Es una oportunidad para reflexionar sobre el camino recorrido desde aquellos “diez días que estremecieron al mundo” y desde ahí extraer enseñanzas para la lucha en el presente por la realización de los mismos ideales de emancipación social y humana que agigantaron a los revolucionarios que se lanzaron, con indescriptible entusiasmo y determinación, hacia el emprendimiento inédito de la construcción de una sociedad sin explotadores ni explotados.

Es incontestable que el nuevo sistema económico y social, basado en la intervención y la creatividad de las masas, mostró rápidamente su superioridad y se proyectó entre los explotados y oprimidos de todo el mundo como un faro de esperanza, una concreta posibilidad de reorganizar la sociedad en el interés de los trabajadores y un estímulo poderoso a su lucha. El fascismo y la guerra de agresión a la patria de Lenin fue la reacción criminal del poder de los monopolios al avance impetuoso del socialismo, pero su derrota, con la decisiva contribución de la URSS, significó un nuevo salto libertador. Los años que seguirán a la II Guerra Mundial estarán marcados por un nuevo ciclo de desenvolvimiento capitalista propiciado por la gigantesca destrucción de fuerzas productivas que la guerra provocó. Pero estarán sobre todo marcados por el avance del movimiento obrero en los países capitalistas, por las poderosas luchas de liberación nacional que conducirán a la derrota de los imperios coloniales, por la extensión del campo de los países socialistas a un tercio de la humanidad.

Acuerdo entre el Gobierno colombiano y las FARC sobre la Participación Política de la oposición

COMUNICADO CONJUNTO # 27

 La Habana, Noviembre 6 de 2013


Las Delegaciones del Gobierno y las FARC-EP informan que:

Hemos llegado a un acuerdo fundamental sobre el segundo punto de la Agenda contenida en el "Acuerdo General para la terminación del conflicto y la construcción de una paz estable y duradera", denominado Participación Política.

En el próximo ciclo de conversaciones, presentaremos el segundo informe periódico conjunto de la Mesa.

De acuerdo con dicha Agenda, hemos logrado consensos sobre los siguientes temas:
  1. Derechos y garantías para el ejercicio de la Oposición política en general, y en particular para los nuevos movimientos que surjan luego de la firma del Acuerdo Final. Acceso a medios de comunicación.
  2. Mecanismos democráticos de participación ciudadana, incluidos los de participación directa, en los diferentes niveles y diversos temas.
  3. Medidas efectivas para promover mayor participación en la política nacional, regional y local de todos los sectores, incluyendo la población más vulnerable, en igualdad de condiciones y con garantías de seguridad.

Papelbol iniciará operaciones en 2014 y cubrirá 30% de la demanda

La Razón
5 de Septiembre de 2013



Hasta fin de año, Papeles de Bolivia (Papelbol) iniciará operaciones paulatinamente y se prevé que en 2014 produzca 8.000 toneladas (t) de papel bond. Para 2015, la estatal alcanzará una producción final de 15.000 t destinadas a cubrir el 30% de la demanda que se genera en el país.

El presidente en ejercicio Álvaro García Linera inspeccionó ayer por la tarde las operaciones de prueba sobre la producción de Papelbol, tareas iniciadas el 28 de agosto. La planta está ubicada en Villa Tunari, en la provincia Chapare de Cochabamba.

Tras la supervisión al complejo industrial, el dignatario de Estado recordó que en el país se consumen alrededor de 45.000 t de papel y, “si todo va bien, el año que viene estaríamos produciendo unas 8.000 t, al año siguiente 15.000 t y así llegar a un 30% del papel que consumimos”.

El papel será fabricado con celulosa y aditivos que por el momento se importan de Brasil y Argentina. Para las pruebas se compraron 500 t de celulosa y aún no se usan los aditivos. Según la ministra de Desarrollo Productivo, Teresa Morales, “se tiene (materia prima) para un mes de producción y el resto (de los insumos) está encargado” para asegurar la producción hasta finales de este año.

15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários - 8 a 10 de Novembro, em Lisboa

Tem início no próximo dia 8 Novembro, em Lisboa, o 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários (15º EIPCO) que será recebido pelo Partido Comunista Português.

É a segunda vez que este Encontro Internacional se realiza em Portugal, sendo que a primeira vez teve lugar em 2006, na sua 8.ª Edição.
A 3 dias do seu início o 15º EIPCO tem já confirmada a participação de mais 70 Partidos Comunistas e Operários oriundos de todos os cinco continentes e de mais 60 de países.

O 15º EIPCO encerrará os seus trabalhos no dia 10 de Novembro. Nesse mesmo dia as delegações presentes em Lisboa participarão, a convite do PCP, no Comício comemorativo do Centenário de Álvaro Cunhal.

O Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários é o mais importante espaço de cooperação entre Partidos Comunistas e Operários no plano mundial e tem como objectivos fundamentais a análise conjunta da situação internacional à luz de um tema previamente definido, a troca de informações e experiências de luta e intervenção, e a definição no plano internacional de linhas de acção comum ou convergente dos Partidos Comunistas e Operários.

O 15º EIPCO terá como tema central “O aprofundamento da crise do capitalismo, o papel da classe operária e as tarefas dos comunistas na luta pelos direitos dos trabalhadores e dos povos. A ofensiva do imperialismo, a rearrumação de forças no plano internacional, a questão nacional, a emancipação de classe e a luta pelo socialismo” e debruçar-se-á ainda sobre aspectos do reforço do processo dos Encontros Internacionais.

O 15º Encontro Internacional deverá aprovar um conjunto de acções comuns ou convergentes dos Partidos Comunistas e Operários que contribuam para o reforço da luta dos trabalhadores e dos povos contra a violenta ofensiva imperialista e que, num quadro de aprofundamento da crise estrutural do capitalismo, afirmem a necessidade de profundas transformações anti-monopolistas e anti-imperialistas e a alternativa de fundo de que os comunistas são portadores – o Socialismo.

Informamos que a comunicação social está autorizada a fazer recolha de imagens do Encontro Internacional no dia 8 de Novembro no início dos trabalhos. Quaisquer pedidos de declarações ou entrevistas ao PCP ou aos delegados ao 15º EIPCO deverão ser solicitadas junto do Gabinete de Imprensa do PCP.

Polémica tras documental en Rusia: “En la URSS todos teníamos suficiente sol y pan”

Sovietskaia Rossia
Traducido por A. Morada para 
Cuba Debate

A propósito de la emisión en la TV rusa del documental “URSS, el naufragio”

En la segunda quincena de diciembre en un canal de televisión ruso transmitieron un documental, un proyecto de Dmitri Kiselev llamado “URSS, el naufragio”. En los años 90 el nuevo gobierno nos prometía la abundancia. La recibimos en su totalidad. Me gustaría dar las gracias al autor de la película, por recordarnos que una vez fuimos personas que vivían en un país grande, donde nadie se señalaba con el dedo, tú eres ruso, pero tú no eres ruso. Todos teníamos suficiente sol y pan, todos éramos soviéticos.
La nostalgia por la Unión Soviética no la sienten aquellos, a quienes les dio tiempo robar en la llamada perestroika y se bronceaban en las Islas Canarias y en Courchevel, e incluso es probable que no vivan en paz. Hoy en día están en las Islas Canarias, y en el futuro tal vez en la litera. Nos íbamos tranquilos a la cama y tranquilamente nos despertábamos por la mañana, sabiendo que el día de mañana habrá trabajo, que el día 10 del mes recibiremos la paga y el 25, un anticipo.
No tuve que pagar por la escuela y la universidad, pero recibíamos una buena educación, con la cual podríamos encontrar fácilmente trabajo en el extranjero. Nos curaban de forma gratuita. En julio de 2010, murió de cáncer, mi prima. Era pensionista, no pudo encontrar 30.000 rublos para una operación, y ni siquiera daban garantía alguna. Estuvo acostada varios meses. Las dolorosas inyecciones también las tuvo que pagar. ¡He aquí los encantos del rico capitalismo!

Drama no seio da Revolução de Outubro (4)


Manoel de Lencastre
PCP
Avante

Trotsky pedira a demissão do seu cargo de Comissário para os Negócios Estrangeiros. O Comité Central parecia agonizar numa luta terrível para conseguir consenso durante o debate que levaria à designação dos camaradas que haviam de seguir para Brest-Litovsk e proceder, finalmente, à assinatura do Tratado com o governo alemão.


«Esta semana», disse Lénine, «a semana de 18 a 24 de Fevereiro de 1918 em que vimos a captura de Dvinsk e de Pskov, a semana em que se deu a ofensiva militar dos imperialistas alemães contra a República Socialista Soviética, foi aflitiva, revoltante, uma dolorosa lição, mas uma lição necessária, útil e benéfica!».

A assinatura do Tratado, essa pungente experiência, essa capitulação perante o imperialismo, realizou-se a 3 de Março. Mas então, tropas alemãs estavam já perto de Petrogrado, a Veneza do Norte, a cidade capital, princesa, filha e mãe da Revolução de Outubro. Já tinham entrado em Minsk e a capital da Ucrânia, Kiev, que os nacionalistas da Rada tinham atingido a 1 de Março veria a chegada dos alemães no dia seguinte. Quando o Tratado foi assinado, a linha de ocupação alemã traçava-se de Narva, no Báltico, até aos limites da fronteira Norte da Ucrânia. A desintegração entre as organizações e os governos locais que apoiavam a República Soviética era evidente. Pequenas revoluções em pequenas províncias perseguiam e assassinavam os partidários do governo leninista de Petrogrado. A resistência não criava raízes. Nascida na alma de revolucionários, logo se desfazia. Os alemães tinham pressa na eliminação daquilo a que chamavam ‘a influência vermelha’. A seu favor tinham destacamentos de cossacos e de nacionalistas de diversas categorias, todos unidos pelo ódio às novas perspectivas que o poder soviético anunciava e pelo medo de que as massas de ignorantes e de explorados enfim compreendessem o que estava em jogo e quebrassem as grilhetas que, apesar da Revolução de Outubro, ainda as mantinham cativas. Cativas, sim, de séculos de opressão e de sofrimentos, de séculos de obscurantismo!

O governo soviético tinha preparado a sua própria evacuação para Moscovo. Mas, aí, o Comité Regional partidário apressava-se em explicar que não estava de acordo com a política ou com a composição do CC a que presidia Lénine e que trabalharia para que este órgão supremo do partido fosse substituído. E confirmava, também, que os comunistas de Moscovo não se consideravam obrigados a obedecer às decisões relacionadas com a implementação do Tratado de Brest-Litovsk. Preferiam, como se verifica na sua «estranha e monstruosa» declaração considerar que o poder soviético era, na verdade, apenas formal, e achavam que a derrota os libertava para a tarefa de agitarem pela revolução em todos os países. Foi o próprio Lénine, evidentemente, quem considerou esta declaração como estranha e monstruosa.

A 8 de Março o Congresso do Partido confirmava que houvera necessidade de assinar o doloroso e humilhante tratado de paz. E que tal tivera de fazer-se devido à falta de um exército digno desse nome e para que se obtivesse um período de relativa acalmia antes de os imperialistas lançarem uma ofensiva geral contra a República dos Sovietes. E salientou-se: «Ataques militares contra a Rússia Soviética, vindos de Leste como do Ocidente, são inevitáveis. O Congresso, portanto, declara que a mais fundamental de todas as tarefas do Partido está em que toda a vanguarda do proletariado com consciência de classe se una ao poder soviético para que se adoptem as mais enérgicas, decididas, drásticas medidas com vista a melhorar a disciplina dos operários e dos camponeses, para explicar a inevitabilidade deste histórico caminhar da Rússia em direcção à guerra patriótica e socialista de libertação e para que sejam criadas em todo o país novas organizações de massas que se mantenham unidas por uma vontade de ferro, capazes dos maiores esforços no dia a dia da guerra e nos mais críticos momentos na vida de um povo. E para que toda a população adulta comece a familiarizar-se com os vários assuntos militares e ganhe conhecimentos de operações próprias de situações de combate. O Congresso está certo de que os passos já dados pelo poder soviético, tendo em conta o actual alinhamento de forças na arena mundial, se verificaram em clara harmonia com os interesses da revolução, inevitáveis e necessários».