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Recordando: Saludos de la FSM y de la FMJD al 60 Aniversario de la JCB

A modo de recordar el 60 aniversario de la Juventud Comunista de Bolivia dejamos el saludo internacionalista que nos dejó la FEDERACIÓN SINDICAL MUNDIAL y la FEDERACIOÓN MUNDIAL DE JUVENTUDES DEMOCRÁTICAS


LA FEDERACIÓN SINDICAL MUNDIAL (FSM) SALUDA EL 60 ANIVERSARIO DE LA JUVENTUD COMUNISTA DE BOLIVIA

Estimados camaradas, 

En nombre de los 86 millones de trabajadores afiliados de la Federación Sindical Mundial que lucha en 126 países del mundo les felicitamos por el 60º Aniversario de la Juventud Comunitsta de Bolivia y les deseamos todo el éxito a las celebraciones de esta tan memorable fecha. La Federación Sindical Mundial, estable amigo del pueblo boliviano, está al tanto de la trayectoria heroica de la JCB desde el 1953, una historia de luchas consecuente y esfuerzos por los intereses del pueblo de Bolivia y de toda América Latina.

Estos 60 años de lucha consecuente convirtieron la JCB en un referente histórico para la juventud revolucionaria. La FSM, como organización sindical que une sindicatos de orientación clasista, que luchan por los intereses de la clase obrera, contra el imperialismo, contra el capital, contra la explotación, saluda el 60º aniversario de la JCB. Compartimos los mismos ideales y nuestras luchas son luchas comunes. Estamos seguros de que nuestros lazos fraternos y de camaradería se estrecharán y que entre el Secretariado de Juventud de la FSM y la Juventud Comunista de Bolivia, la amistad y la estrecha colaboración aumentarán todavía más.

Con saludos fraternos y solidarios,

George Mavrikos 
Secretario General de la FSM


Sobre o 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários

Comunicado do Gabinete de Imprensa do PCP, Lisboa
11 de Novembro de 2013



Realizou-se em Lisboa, nos dias 8, 9 e 10 de Novembro o 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários com o tema “O aprofundamento da crise do capitalismo, o papel da classe operária e as tarefas dos comunistas na luta pelos direitos dos trabalhadores e dos povos. A ofensiva do imperialismo, a rearrumação de forças no plano internacional, a questão nacional, a emancipação de classe e a luta pelo socialismo”.

O Encontro, em que participaram 77 partidos oriundos de 61 Países e que recebeu saudações de outros 14 Partidos que por motivos diversos não puderam participar, analisou os principais aspectos do desenvolvimento da situação internacional no quadro do aprofundamento da crise do capitalismo e de um complexo processo de rearrumação de forças no plano internacional, tendo alertado para os grandes perigos decorrentes da ofensiva do imperialismo.

Simultaneamente, os participantes saudaram e valorizaram a resistência e luta dos trabalhadores e dos povos, reafirmando as reais potencialidades que a presente situação comporta para o desenvolvimento da luta libertadora por profundas mudanças de sentido anti-monopolista e anti-imperialista, pelo Socialismo.

O Encontro constatou o aprofundamento da crise que explodiu em 2008 com a falência do Lehman Brothers. Uma crise que está longe do seu fim desmentindo os discursos da classe dominante em torno de uma alegada “retoma” e que confirma as análises dos comunistas sobre a sua natureza e evolução que, entre outros aspectos, a caracterizam como uma crise de sobre-produção e sobre-acumulação de capital. Uma crise que expressa a agudização das contradições do capitalismo - em particular a sua contradição fundamental entre o carácter social da produção e a sua apropriação privada – evidenciando os limites históricos do sistema e realçando a necessidade e actualidade da luta pela alternativa de fundo ao capitalismo – o Socialismo.

Foi denunciado o objectivo do grande capital, das principais potências capitalistas e das suas estruturas internacionais e supranacionais de concertação imperialista – como a União Europeia -, de impor aos trabalhadores e aos povos uma regressão social de dimensão civilizacional agredindo direitos económicos, laborais e sociais, atacando violentamente as condições de vida das massas trabalhadoras e populares e declarando guerra à independência e soberania dos Estados.

Foi referenciada em particular a dura realidade resultante do impacto da crise e da ofensiva capitalista nos países em desenvolvimento onde os seus povos vêm ainda mais limitado o seu direito ao desenvolvimento económico e social. Neste quadro foi chamada a atenção para as consequências na agricultura e na alimentação, pondo ainda mais em causa a soberania alimentar de inúmeros países e condenando massas imensas da população mundial à fome ou a sub-nutrição.

Foram realçados os perigos que emergem da política militarista das principais potências imperialistas e da NATO. Foi sublinhado que as guerras de agressão, os processos de ingerência e de instigação de conflitos internos, o reforço das medidas repressivas, autoritárias, de controlo e espionagem fazem parte da resposta de força do grande capital à crise do capitalismo, tendo como um dos seu objectivos centrais manter o domínio sobre recursos naturais e fontes energéticas e conter a revolta, a luta dos povos e as inevitáveis explosões sociais e revolucionárias que a presente situação comporta.

Os participantes expressam a sua solidariedade para com as lutas em curso em todos os continentes contra o imperialismo, pelo progresso social, a independência e soberania nacional, a paz, pelo direito ao desenvolvimento económico e social, pela construção de alternativas de soberania e progresso ao domínio hegemónico do imperialismo, da verdadeira alternativa de fundo à barbárie capitalista, o socialismo. Foi reafirmado o papel central da luta da classe operária e da sua aliança com outras classes e camadas anti-monopolitas em defesa dos seus direitos, nomeadamente pelo direito ao emprego, pelos direitos laborais, sociais, em defesa das funções sociais dos Estados.

Os participantes valorizaram e expressaram a sua profunda solidariedade a todos os povos que resistem às políticas de ingerência e agressão do imperialismo – em especial aos povos do Médio Oriente, saudando as lutas em curso nesta região contra todas as formas de agressão e opressão, pela soberania, a democracia, justiça social e unidade nacional, como no Egipto e Tunísia. Foi reafirmada a solidariedade para com o povo palestiniano e à luta pelos seus direitos nacionais, bem como com outros povos na região vítimas de agressões e ingerências, como o povo sírio.
Num quadro ainda de resistência e acumulação de forças, mas em que crescem potencialidades para o desenvolvimento da luta revolucionária e se manifestam em várias regiões do mundo importantes factores de contenção ao domínio hegemónico do imperialismo, os participantes saudaram e valorizaram as lutas dos povos, dos comunistas e de outras forças progressistas na América Latina, considerando que os processos de luta, progressistas e de afirmação soberana , bem como a cooperação solidária que se desenvolve nesta região, constituem um importante factor e estímulo para o desenvolvimento e fortalecimento da luta-anti-imperialista. Os participantes reafirmaram a sua solidariedade para com Cuba e a sua revolução socialista, bem como para com o povo Venezuelano e a sua revolução bolivariana, entre outros.

Foi salientada a importância da luta em defesa das liberdades democráticas, contra o avanço da extrema-direita, contra a xenofobia e o racismo, contra o fanatismo religioso e o obscurantismo, contra o anti-comunismo. Foi reafirmada a solidariedade para com os partidos comunistas e todas as forças revolucionárias que são alvo de perseguição política e das campanhas anti-comunistas – nomeadamente no continente Europeu - levadas a cabo por vários governos bem como por instituições como a União Europeia.

As experiências concretas de luta em diferentes países e regiões estiveram presentes na generalidade das intervenções, confirmando que os trabalhadores e os povos não se resignam e que, mesmo nas actuais e difíceis condições, são possíveis avanços libertadores e conquistas de sentido anti-monopolista e anti-capitalista.

Foi afirmado que o socialismo emerge cada vez mais como a real alternativa de fundo ao capitalismo e à sua crise. Retirando lições dos atrasos, erros e deformações que contrariaram princípios básicos do socialismo mas valorizando o que de muito positivo as experiências de construção do socialismo significaram e significam para a Humanidade, valorizando as realizações do novo sistema social, reconhecendo que não há modelos de revolução, os participantes sublinharam o papel determinante das massas na construção das sociedades socialistas.

Foi sublinhado que a presente situação internacional torna particularmente necessário o reforço da cooperação de todas as forças progressistas e anti-imperialistas e em primeiro lugar dos partidos comunistas e operários de todo o mundo, uma das mais sólidas garantias para o fortalecimento da luta dos povos e a construção da alternativa do socialismo. Neste sentido foi valorizada a rica experiência e avanços alcançados com realização dos Encontros Internacionais de Partidos Comunistas e Operários, como espaço de troca de informações, experiências e opiniões, de possível aproximação de posições e de decisão de iniciativas comuns ou convergente, tendo sido reafirmada a importância de assegurar a sua continuidade.

O Encontro aprovou 13 linhas e iniciativas de acção comum ou convergente dos Partidos Comunistas e Operários (que se enumeram abaixo) a concretizar até ao 16º EIPCO tendo mandatado o Grupo de Trabalho dos Encontros de Partidos Comunistas e Operários (GT) para estimular e acompanhar a sua implementação e concretização.

O Encontro Internacional congratulou-se com a existência de três propostas de local para a realização do 16º EIPCO. A sua data, local e lema serão decididos numa reunião do Grupo de Trabalho a realizar oportunamente.

Linhas de orientação para a acção comum ou convergente

Fotos del 3 de octubre: Día internacional de acción



3 DE OCTUBRE DE 2013
DÍA INTERNACIONAL DE ACCIÓN
ALIMENTOS, AGUA, MEDICINA, LIBROS,
CASA PARA TODOS
LUCHA POR TUS DERECHOS
FEDERACIÓN SINDICAL MUNDIAL

FSM: ¡Todos a la Calle! Día Internacional de Acción 3 de Octubre 2013



Estimados colegas, militantes del movimiento sindical clasista,
Afiliados y amigos de la Federación Sindical Mundial,
Organizaciones sindicales en todos los continentes, trabajadores, jóvenes,

La Federación Sindical Mundial les convoca a unirse al llamamiento para el Día Internacional de Acción 3 de Octubre, 2013. Protestas, marchas, huelgas, conferencias y actividades serán organizadas en cada rincón del mundo.
Unimos nuestras voces y mostramos nuestra determinación en acción simultáneamente con nuestros hermanos y compañeros en todo el mundo, marchando con militancia por alimentos, agua, libros, medicamentos y vivienda para todos.

Para la Federación Sindical Mundial, una vida digna presupone que todos estos asuntos de los trabajadores sean resueltos. Vida digna presupone que las masas populares tengan trabajo estable, un bueno salario, buenas pensiones, seguridad social pública, educación gratuita y pública. Un presente y futuro dignos es tener trabajo estable conectado a su conocimiento.

Para el movimiento sindical reformista la consigna “trabajo decente” es sólo palabras; para la FSM “trabajo digno” tiene un contexto concreto.

Exigimos la satisfacción de las necesidades básicas modernas de la población. Una demanda realista y aplicable, basada a las habilidades productivas de manos de obra calificadas, los recursos productores de riqueza, la riqueza natural y mineral y el desarrollo científico y tecnológico que se está extendiendo constantemente.

No hay ninguna razón por qué debe haber pobreza, guerras imperialistas, destrucción, el tormento, la explotación capitalista, la privatización de los bienes y recursos públicos, los hospitales y el sistema educativo, además de la voracidad despiadada de los pocos capitalistas con fines de lucro y los mecanismos y estados que apoyan todo ello, causando sufrimiento, la escasez, los altos precios y la contaminación ambiental.

Las ganancias altas siguen existiendo y suben durante la crisis internacional capitalista, además de la competencia entre los capitalistas individuales o grupos capitalistas, las fusiones, el cierre de empresas e industrias, la transferencia de la producción a otros países con salarios más bajos o derechos laborales no existentes, la mayor explotación de las diversas partes de la clase obrera y el desempleo extremo en muchas partes del mundo.
Es nuestro futuro contra sus ganancias!

El 3 de Octubre de 2013 en cada país MARCHAMOS CON MILITANCIA POR ALIMENTOS, AGUA, MEDICAMENTOS, LIBROS Y VIVIENDA PARA TODOS.

¡Lucha por tus derechos! Organicen en sus países la actividad de su elección y únanse a la lucha de la clase trabajadora internacional.

Envíennos información de su actividad y fotos del día a info@wftucentral.org

EL SECRETARIADO
Septiembre 2013 – Atenas, Grecia

FSM en Bolivia. Boletín #290 de la FSM.

FRATERNO ENCUENTRO DE LA FSM CON EVO MORALES, PRESIDENTE DEL ESTADO PLURINACIONAL DE BOLIVIA


Expresa George Mavrikos, Secretario General de la Federación Sindical Mundial, solidaridad con la lucha el pueblo boliviano. Junto a Ramón Cardona, Secretario de la FSM para América Latina y El Caribe, manifiestan voluntad de convocar a amplia Conferencia Internacional en Bolivia. En un muy amistoso ambiente se recordó por el compañero Mavrikos las múltiples acciones de solidaridad llevadas a cabo por la FSM en apoyo a la causa del proceso por mayor justicia social que el compañero Evo Morales impulsa en Bolivia y el enfrentamiento a las injustas agresiones a que es sometido.

En particular hubo referencia a la reciente perniciosa e injustificada agresión realizada por gobiernos  europeos a la nave aérea en la que se trasladaba el compañero Evo Morales violando su integridad y la soberanía del pueblo boliviano.

Fue valorada la celebración de una Conferencia Internacional convocada por la Federación Sindical Mundial en la que se manifieste no solo la repulsa a estas acciones imperialistas, sino en la que se valora alternativas al injusto y obsoleto modelo impuesto causante de tantos males para la humanidad.

En la reunión se analizaron los nocivos efectos que el neoliberalismo provoca en los trabajadores y pueblos y la necesidad de continuar fortaleciendo vías que contribuyan a alcanzar la justicia social que los trabajadores y pueblos merecemos.

El encuentro se caracterizó por una plena identificación de pareceres acerca de la situación sindical y laboral así como de los peligros que se ciernen para la humanidad como consecuencia de la criminal política guerrerista del imperialismo norteamericano y sus acólitos.

George Mavrikos y Ramon Cardona intercambian con diversas organizaciones sindicales.

En ocasión de su presencia en Bolivia para entrevistarse con el Presidente del Estado Plurinacional de Bolivia, Evo Morales, el compañero Secretario General de la Federación Sindical Mundial George Mavrikos, acompañado por Ramón Cardona, Secretario de la FSM en América Latina y El Caribe, realizaron diversos intercambios.

Además de con integrantes del Comité Ejecutivo de la COB encabezados por su Secretario General, los representantes de la FSM intercambiaron de manera muy amistosa con la mayoría de los integrantes del Comité Ejecutivo Nacional de la Federación de Trabajadores Urbanos de la Educación, identificándose objetivos en los cuales puede esta organización contribuir en Bolivia al fortalecimiento del sindicalismo clasista y por tanto de la FSM.

La FSM manifestó su disposición de apoyar a la Escuela de Formación Sindical que esta Federación se ha planteado desarrollar consciente de su importancia para la capacitación de los dirigentes sindicales bolivianos no solo en el sector educacional, sino también en otros que quisiesen hacer uso de este relevante aporte.

Con el Bloque Sindical de apoyo al proceso transformador boliviano integrado por dirigentes sindicales que actúan en la dirección de diversos sindicatos, también Mavrikos y Cardona sostuvieron un constructivo encuentro en el cual se expuso a los presentes la historia y las acciones que hoy despliega la FSM después de su XVI Congreso y sus aspiraciones a poder obtener en Bolivia un avance sustancial de su presencia en correspondencia con las estimulantes características del proceso transformador liderado por Evo Morales.

Los presentes se comprometieron a contribuir al avance de esta proyección decidiéndose la creación de un Comité Coordinador de la FSM en Bolivia al frente del cual actuaría el Profesor Adrián Rubén Quelca Tarqui (Militante del PCB y dirigente del Magisterio, NdJCB) e integrado por otros interesados en este empeño.

DISCURSO DEL SECRETARIO GENERAL DE LA FSM, GEORGE MAVRIKOS EN EL 3° CONGRESO DE LA CTB BRASIL

George Mavrikos
Secretario general FSM
Sao Paulo, Brasil
23 de agosto de 2013

DISCURSO DEL SECRETARIO GENERAL DE LA FSM, GEORGE MAVRIKOS EN EL 3° CONGRESO DE LA CTB BRASIL
Estimados camaradas de la CTB,
Estimados trabajadores de Brasil, camaradas y amigos de todo el continente americano,

Saludamos a este Congreso de la CTB, de una organización sindical combativa que firmemente defiende a los intereses de los trabajadores en vuestro país y toda la región

La CTB apoyo y sigue apoyando a la Federación Sindical Mundial en su nuevo rumbo dinámico que realiza estos últimos años, con pasos notables y firmes por el interés de la clase obrera mundial.

La FSM estos últimos 7 años ha logrado constantemente afiliar nuevos afiliados de todos los continentes.
Organiza Días Internacionales de Acción por asuntos cruciales que interesan a los trabajadores. En estos Días de Acción han participado con éxitos también ustedes en Brasil y les felicito por eso.


La FSM organiza constantemente conferencias internacionales, encuentros, foros con el fin de fortalecer el intercambio de experiencia y crear posiciones y luchas comunes a nivel internacional. La FSM ha intensificado sus esfuerzos para organizar seminarios de formación sindical, particularmente útiles en las condiciones actuales donde se lleva a cabo la lucha de clases, estabiliza su presencia e intervención en organismos internacionales como la ONU en Nueva York, la FAO en Roma, la UNESCO en París, la OIT en Ginebra, publica materiales ricos y útiles a nivel internacional, cuenta con un perfil  moderno, dinámico y fiable, en lo cual confían cada vez más organizaciones, mientras la línea del movimiento sindical clasista sigue constantemente ganando terreno.